quinta-feira, 29 de abril de 2010

...

"É noite aqui. Levanto os olhos pro céu como se quisesse caçar estrelas que me escapam em pleno vôo. Pergunto-me, como é possível sentir alguém tão distante e, no entanto, poder ler cada dobra de seus lábios. O monstro de chocolate continua fazendo sombra na minha escrivaninha. Continua nevando aqui. Mas muito pouco. Eu fujo da neve, para que meu coração não esfrie. Vai ver esta neve é a caspa de Deus coçando a cabeça, enquanto pensa no que vai fazer comigo."

(Pipa)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Uma Preleção para Liesel

Quando um judeu aparece no seu local de residência nas primeiras horas da madrugada, bem na pátria do nazismo, é provável que você experimente níveis extremos de incômodo.Angústia, incredulidade,paranóia.Cada uma desempenha seu papel, e cada uma leva à suspeita furtiva de que uma conseqüência não propriamente paradisíaca lhe está reservada para o futuro.O medo reluz.Implacável, nos olhos.
O surpreendente a assinalar é que, apesar desse medo iridescente,brilhando como brilhava na escuridão, de algum modo eles resistiram à ânsia de histeria.

Markus Zusak

De que é feita uma amizade?

Uma amizade é feita
De afeto
Mesmo à distancia sobrevive à longa ausência
Alimentada por mensagens
Reflexões dos bons momentos divididos
Compostas de mensagens comemorativas, aniversários, Natal
Mas ter amizade de verdade
É acreditar no outro
Mesmo a distância compartilhar problemas,doenças
E seja qual for o momento de conquista
Alegrias ou tristezas
Compartilhamos
...
Marta Kurosaki

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Harmonia exterior


A harmonia que podemos alcançar com nosso mundo exterior depende da harmonia interior, medida pelo estado de preenchimento, contentamento e união da mente, intelecto e memórias. A ausência de pensamentos inúteis indica integridade do eu, economia de energia e alinhamento da mente com a verdade. Da mesma forma, quanto mais conseguirmos combinar nossa mente com a dos outros - ver o ponto de vista deles, respeitar suas crenças e entender suas naturezas - mais harmonia estaremos semeando nas relações humanas. A harmonia exterior da vida espiritual é o espaço onde todos nós podemos existir com felicidade, sem queixas ou controle.

Humildade

Não pense que se você for humilde outros pisarão em você. É quando não há humildade que você facilmente fica influenciado pelos outros e as coisas parecem difíceis. Com humildade você sabe internamente que sua meta será alcançada, independente do que os outros dizem ou pensam. Uma pessoa humilde nunca sente que tem de se curvar aos outros. A cabeça não fica lá em cima nem lá em baixo, simplesmente segue em frente, como um anjo. Humildade revela a sua verdade.

domingo, 25 de abril de 2010

...

"Houve uma época em nossas vidas em que estávamos tão próximos que nada parecia obstruir nossa amizade e fraternidade e apenas uma pequena ponte nos separava. Quando você ia subir na ponte, eu lhe perguntei: "Você quer atravessar a ponte até mim?" Imediatamente, você deixou de querê-lo e quando repeti a pergunta, você ficou silente. Desde então, montanhas, rios torrenciais e o que quer que separe e aliene interpuseram-se entre nós e, mesmo que quiséssemos nos reunir, não conseguiríamos. Agora, ao pensar no pontilhão, você perde as palavras, e soluça e se maravilha."

(Quando Nietzsche Chorou por Irvin D. Yalom)

Percepção


Percebo o quão bom é, estar perto das pessoas que nos fazem bem.Dar risadas,enxugar lágrimas,e jogar muitas conversas ao vento.Sentir um pouco do outro,mesmo que este não consiga demonstrar nenhum tipo de afeto do tamanho do seu, ou do tamanho que você espera, mas que consegue dizer muita coisa com um olhar,um abraço ou com um simples sorriso.
Temos uma tendência de nos deixar influenciar pela atmosfera e humor dos outros.Se o ambiente é bom nos sentimos super bem.Se a companhia é ruim, perdemos o brilho.
Mas pense numa rosa fragrante. Será que ela deixa de ser fragrante a depender do local em que está? Não, absolutamente.Uma rosa fragrante é sempre fragrante.
Esta é a natureza dela. Da mesma forma, não importa onde nem com quem você esteja,
nunca deixe de expressar sua virtude.Virtude é a fragrância da alma.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Baiano Graças a Deus, Sim senhor!!

É fato: somos o que o que somos e não importa o quanto se filosofe sobre o assunto ou quais teorias sejam escritas sobre nós nas bolachas de chope do Leblon (ou com a flexibilidade dos espaguetes das cantinas do Bixiga), o baiano vai ter seu jeito próprio e inconfundível de ser até morrer atrás do trio, com a lata de cerveja na mão, vibrando nos acordes de elétricas guitarras.
Mas, como a Bahia não vai morrer nunca, a passagem desse bastão de lata, dessa malemolência, desse sabor de tarde amortecida, dentro da casa grande e da senzala, graças a Deus – para o seu desgosto ou confusão, caro estrangeiro – não vai findar. É nossa marca, nosso orgulho nacional. Nacional, sim senhor! É isso mesmo que você ouviu (ou leu) pois a Bahia nada mais, nada menos é do que um país de tantas facetas e lados, que os imprudentes teimam em chamar de estado.
Estado… Pois sim! A Bahia é universal e disso só não sabe quem nada perguntou a Edil Pacheco.
Portanto, recomendo: Para melhor compreender o que somos e podemos, desconfio que a solução talvez não esteja em mudar o jeito baiano de ser, mas em forçar um giro de 180º na forma que as pessoas veem como o baiano é.
Pra começar, o cara que não entende a Bahia é porque, quando ele vinha, a gente ia. E aqui é um lugar tão especial que você já começa a chegar a Salvador na hora em que compra a passagem.
A seguir, listo algumas modestas contribuições que podem ajudar aquele que é de fora a compreender como somos aqui dentro.
Primeiro. Ser baiano não é só uma questão de geografia. Alguém pode ter nascido, agora, tranquilamente, em Copenhague. Se quando ele chorar você escutar uns atabaques, é porque nasceu mais um baiano de verdade.
Outra lenda que o bom senso manda jogar por terra é essa de que – mesmo com a nossa história plena de realizações em todos os campos da produtividade, desde o braçal até o intelectual – não trabalhamos. Trabalhamos sim, e muito! E trabalhar além do que já fazemos seria mais redundante do que tentar pôr trança em rastafari.
Está certo, tenho de admitir, se trabalho fosse bom, Caymmi teria nascido em São Paulo, mas essa constatação não nos torna eternos bronzeados, deitados numa rede, tomando água de coco. Quem é de fora precisa, definitivamente, compreender uma coisa sobre nós:
Acredite, na maior parte do tempo o baiano trabalha muito. No tempo que sobra, já que ninguém é perfeito, ele se dedica, com afinco, em pensar como resolver, urgentemente, esse problema.
E, se você quer saber a razão de tanta festa, a Bahia só faz festa o ano inteiro porque ficou combinado que trabalhar seria atribuição dos outros. Só que ela, dentro de sua nobreza, não cumpre isso; e até mesmo festejar, meu nego, dá um trabalhão danado. Experimente e você vai saber do que falo.
Outro fator que contribui pra essa festança é que a baianidade será sempre uma linha traçada sobre a distância mais curta entre o cérebro e a cintura. E se isso, algumas vezes, pode ser o nosso abismo, também é a nossa salvação, aquilo que nos difere de outros povos da Terra Brasilis. E é em cima dessa linha esticada que a representa (e que já é ela mesma) que a baianidade se equilibra. Mais coerente impossível.
De uns tempos pra cá, ranzinza como sou, tenho reclamado que, musicalmente, na Bahia, sabe-se lá por qual capricho da estrutura, parece que a maioria dos cérebros desceu para cintura. Mas essa é uma via de mão dupla onde cada chacra, seja o de baixo ou o de cima, nunca perde por esperar. Não em Salvador, terra em que a cortina sobe e desce o tempo inteiro para mais um espetáculo da excelência do improviso.
Mas temos também nossos pontos negativos, não vou tapar o Farol com a frigideira. Só que, até isso, como aquela melequinha de Gisele Bündchen flagrada na revista de famosos, faz parte do Belo de nossa grandeza. Nada há sem o lado B, nem você.

Daí que convém ficar atento a algumas recomendações:

1. Quando se chega antes a um encontro, na Bahia, duas coisas há que se ter sempre em mente: esqueça o relógio e sente. Baiano que é baiano marca um encontro pra hoje, mas só chega para o ano. Somos o rei do estamos indo e faz parte de nosso sangue não admitir isso. Mas, quer saber? Pra você ter uma idéia, se tivesse sido criada na Bahia a expressão per saecula saeculorum seria grafada como é pra já. Só que vocês não vão entender nunca, já que existem coisas por aqui mais importantes do que a pontualidade – e chegar atrasado é uma delas. Como sublinhou Risério, não dá pra largar a conversa só pra cumprir o relógio. E o baiano só não é pontual porque tem, aí sim!, preguiça de fazer frente à concorrência de Londres.
2. Tampouco estranhe muito esse costume “detestável” que o baiano tem de fazer xixi nas ruas, pois, de certa maneira, não deixa de estar coerente com as políticas, aqui, implementadas – de Educação, inclusive. Daí que, a cada logradouro que é pavimentado em Salvador, a Saúde agradece ao Erário a melhoria das condições de seus públicos sanitários. É só outra forma do governo exercer o saneamento. Entre um pipi e outro, pense nisso e vá relevando.
3. Onde come um come um exército. Na Bahia, esse é o credo. Portanto, fique atento. Aqui, quando você convida, seu único convidado se acha no direito de levar junto um regimento bem maior do que a comida. Não pode dar conta de um batalhão? Então não convide nem unzinho, sequer, para o feijão.
4. Outra coisa: eu posso falar mal de Salvador, mas você não. Faz favor!!!!
Por fim, Se você não é universal, não queira entender a Bahia porque vai se dar mal. E lembre-se: baiano, que tem tanto carisma que já nasce com empresário, só filosofa sentado porque o copo fica melhor acomodado.
E como sou seu brother deixo-lhe um valioso adendo:
Não basta descobrir o que a baiana tem. Você tem que ter também.

Créditos: http://jeitobaiano.wordpress.com

Na minha parede...


Essa semana um ser inesperado apareceu na minha parede.Fiquei horas olhando para ela, simplesmente hipnotizada.

domingo, 4 de abril de 2010

Olá criaturas..a Deise atende agora nesse endereço
http://freebunda.wordpress.com/

Tô sendo redatora desse blog..junto com uns amigos!!
Portanto..passe por lá,e deixe seu recado!

Um bjo!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Apoio essa idéia!

http://www.setorreciclagem.com.br

Vale a pena conferir!

domingo, 28 de setembro de 2008

Issu acontece cmg...

Pessoas isoladas socialmente sentem mais frio, diz estudo

Um estudo realizado por pesquisadores canadenses sugere que pessoas que se sentem isoladas socialmente também sentem mais frio.

A equipe, da Universidade de Toronto, realizou dois estudos que mostraram que a sensação de solidão também está ligada à preferência por bebidas quentes, como chá ou sopa.

Eu sinto frio mesmo qdo tdo mundo sente calor,será que eu sou sozinha e naum sei?o.O
Falar nisso...vou calçar minhas meias...xD

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Voltando a ativa


Tentando voltar a escrever sobre Turismo nesse singelo blog!
Essa foto foi da Viagem á Cachoeira-Ba...Mto boa por sinal!
Saudades!!

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Vença o medo de falar em público


O medo é um mecanismo natural de defesa que foi aperfeiçoado pelo homem desde os tempos mais primitivos. Naquela época quando as pessoas viam, por exemplo, um raio caindo, com receio de ser atingidas, fugiam para se defender. Com o tempo, o organismo foi aprendendo a se proteger para poder fugir mais depressa. Quando o homem via o raio caindo, ficava com medo, mas antes que começasse a fugir ocorria uma descarga de adrenalina que aumentava a pressão sanguínea, fortalecia os músculos e o preparava para uma fuga mais rápida.
Herdamos esse mecanismo de defesa. Hoje, quando sentimos medo, sofremos uma descarga de adrenalina para que possamos nos movimentar mais depressa enquanto ela vai sendo metabolizada. Só que, para falar em público, nós sentimos medo, sofremos a descarga de adrenalina —para que possamos nos movimentar mais rápido durante a fuga—, mas não dá para fugir. Por isso, ela permanece um tempo maior no organismo e provoca a confusão que todos conhecemos: as pernas tremem, as mãos suam, o coração bate mais forte, a voz enrosca na garganta e até os pensamentos maravilhosos que eram tão claros antes de falar desaparecem diante do público.
Agora que entendemos o mecanismo do medo, fica mais simples compreender as suas causas na hora de falar em público.
São três os motivos do medo de falar em público:
1- Falta de conhecimento sobre o assunto
Se não conhecemos o assunto, durante a apresentação, estaremos sempre seguindo por um caminho desconhecido, com receio de esquecer algum dado importante ou até de que apareça alguém na platéia conhecendo mais o assunto do que nós. Com receio de que esse fato possa mesmo ocorrer, entra em funcionamento o mecanismo do medo e, como conseqüência, a descarga de adrenalina para nos proteger.
2- Falta de prática no uso da palavra em público
Se não tivermos experiência no uso da palavra em público, estaremos desenvolvendo uma atividade desconhecida diante da platéia e com receio de fazer mal esse trabalho, pois, se não nos apresentarmos bem, nossa imagem também poderá ser prejudicada. Com receio de que o resultado possa ser esse, mais uma vez entra em funcionamento o mecanismo do medo e, como conseqüência, a presença da adrenalina para nos proteger.
3- Falta de autoconhecimento
Nós não nos conhecemos. Principalmente quando estamos diante de uma platéia é que não sabemos mesmo quem somos.
Nós temos internamente dois oradores distintos: um real e outro imaginado. O real é o verdadeiro, aquele que as pessoas vêem efetivamente. O imaginado é fruto da nossa imaginação, aquele que nós pensamos que as pessoas vêem quando falamos.
Esse orador imaginado é construído principalmente pelos registros negativos que recebemos —os momentos de tristeza, de derrota, de cerceamento que passamos ao longo da vida. Esses registros formam uma auto-imagem negativa, distorcida, diferente da imagem verdadeira que possuímos.
O orador imaginado se apóia nessa auto-imagem e, por isso, normalmente é também muito negativo. Como conseqüência, ficamos com receio das críticas e julgamos que as pessoas estão censurando nossa apresentação. Temendo estar passando por essa situação, ficamos com medo e, mais uma vez, a adrenalina surge para nos defender.Como combater o medo de falar em público
Conhecendo as causas do medo de falar em público, fica um pouco mais fácil encontrar o caminho para combatê-lo:
1- Conheça o assunto com profundidade
Conheça sempre muito bem o assunto que irá apresentar. Saiba muito mais do que deverá expor —se precisar falar durante uma hora, prepare pelo menos duas horas de fala a respeito da matéria. É preciso que sobre assunto para que tenha tranqüilidade e fale com confiança.
Saiba também organizar a seqüência da apresentação. Divida sua exposição em quatro ou cinco etapas e tenha consciência das informações que deverão compor cada uma delas. Conhecer e dominar a seqüência da apresentação dá mais confiança e ajuda a dominar o medo.
2- Pratique e adquira experiência
Aproveite todas as oportunidades para se apresentar diante das pessoas. Faça perguntas nas palestras a que assistir, aceite convites para expor trabalhos escolares, apresentar oradores, dar avisos, enfim, sempre que tiver chance de falar em público, mesmo que se sinta constrangido, vá em frente e fale. Você precisa de prática para ter segurança e combater o medo.
3 - Identifique suas qualidades
Nós temos, geralmente, muita facilidade para identificar nossos defeitos, mas muita dificuldade para falar das nossas qualidades. Por isso, aprenda a conhecer suas qualidades. Veja se você tem boa voz, bom vocabulário, boa expressão corporal, presença de espírito, humor, raciocínio bem ordenado, enfim, descubra suas qualidades de comunicação e encontre a partir delas segurança para falar.
O medo não desaparece
Você poderá combater e dominar o medo de falar, mas ele sempre poderá estar por perto. Com essas três regrinhas que acabamos de estudar, você reduzirá o excesso de adrenalina e ficará mais tranqüilo para falar. Essa quantidade reduzida de adrenalina poderá se transformar em energia positiva que o ajudará a falar com mais envolvimento e emoção. Domine o medo de falar, seja mais confiante e conquiste vitórias com suas apresentações.
Fonte:UOL

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Relatos de óvnis atraem turistas a cidade em MT















Luzes que sobrevoam, entram e saem na Serra do Roncador, passagem para a terra dos descendentes de Atlântida ou para outra dimensão, são alguns dos mistérios e misticismos que atraem turistas do Brasil e exterior que vão conhecer o município de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, em Mato Grosso.
A Serra do Roncador é o berço de todas as lendas e relatos místicos. Ela recebe o nome de Roncador porque o encontro do vento forte com as rochas produz um som assustador. No entanto, alguns moradores da região dizem que o som vem do interior da terra, já outros que o som são de óvnis que rondam a região. A serra possui 600 m de altitude e mais de 1 mil km de extensão, inicia no Mato Grosso e vai até o Estado do Pará.
Os inúmeros relatos ufológicos e místicos inspiraram, há 12 anos atrás, o vereador Valdon Varjão a criar a Lei Municipal nº 1.840, sancionada pelo ex-prefeito Vilmar Peres de Faria em 5 de setembro de 1995, para a criação de uma reserva com cinco hectares destinada à construção de uma pista de pouso de óvnis, o Discoporto, no Parque Estadual da Serra Azul, próximo à Serra do Roncador.
Contudo, até hoje não foi construído o aeroporto alienígena. O que existem são painéis pintados e uma nave espacial feita com chapas de aço que enfeitam o local para os visitantes. Além disso, não existem registros de visitas de seres extraterrestres no espaço destinado ao Discoporto.
O secretário de turismo de Barra do Garças, Edvaldo Pereira da Silva, afirma que a prefeitura tem interesse em construir um observatório na forma de disco voador, com auditórios, salas de observação e museu fotográfico. “O município não possui recursos suficientes para construir sozinho esse espaço, por isso entregamos o projeto para o governo do Estado e o Ministério do Turismo e estamos aguardando um retorno. A administração apóia esse segmento, tanto que foi realizado há dois anos atrás um congresso internacional de ufologia”, destacou Edvaldo Pereira.
Fonte:Terra







Dica cultural...


Contagie-se!!!
Epidemia é um coletivo que se opõe ao atual sistema de propriedade intelectual e busca alternativas aos modelos estabelecidos de direito autoral e patentes. Quer impulsionar, com todos que trabalham pela desmercantilização da cultura e do conhecimento, a formação de um amplo movimento pelo livre acesso ao saber. Muitos artigos interessantes é um estímulo à reflexão e outras iniciativas que possam aproximar pessoas e movimentos preocupados com os temas abordados.
Um dos artigos que eu li e me chamou a atenção foi Proibir baixar música na internet é crime!Hj em dia é díficil achar alguém que nunca tenha escutado,baixado,ou até mesmo gravado alg cd com músicas baixadas da internet.Em uma contrapartida é certo de que os artistas "sofrem"com issu,mas mts músicos ainda anônimos conseguem um espaço pra mostrar seu trabalho mts vezes só na intenet,e é ela que acaba ajudando os artistas na divulgação das suas músicas.

Turistas-O Filme

Bom,pra quem ainda não viu esse filme que estreou no Brasil a algum tempo já, a história se passa no Rio de Janeiro, famoso por ser a Cidade Maravilhosa, a trama mostra as férias de um grupo de amigos norte-americanos que quer muita diversão num paraíso natural. Após uma noitada de muita festa, regada a mulatas e muita caipirinha, eles acordam numa praia qualquer sem documentos e muito menos dinheiro. O "paraíso" se torna um inferno quando eles percebem que caíram no temido golpe do "Boa Noite, Cinderela".
Quem assiste tem a "leve dedução" de que o Brasil é povoado somente por pessoas maliciosas e aproveitadoras. Há um homem suspeito que lembra um índio. Mulheres e homens (inclusive os norte-americanos) dançando sensualmente e adorando a grande "orgia". Após o golpe, o grupo de amigos acorda desnorteado na praia e recebe ajuda de moradores. Após serem abrigados em uma casa simples, os jovens passam a ser torturados e a lutar para sobreviver numa selva fechada e sem comunicação.
A polêmica surgiu ao se questionar se o filme prejudicaria o turismo no país, em especial no Rio de Janeiro. Honestamente, se eu assistisse a um filme como aquele, falando de um país específico, eu, no mínimo, evitaria ter que passar por lá. O problema não é mostrar a violência no Rio, até porque todos nós (e os estrangeiros também) conhecemos os perigos da Cidade Maravilhosa. A questão é a forma odiosa e canalha como o assunto é abordado. O Brasil não é feito apenas de futebol, mulher, carnaval e violência. Temos que aprender a valorizar nossas riquezas culturais diversas e a mostrá-las de forma correta para que o mundo nos enxergue de forma diferente, até porque o trabalho de muitas pessoas pode ser afetado negativamente.

Turismo-Debate acadêmico

Pra quem curte o orkut...vale a pena conferir os tópicos da comunidade "Turismo-Debate cadêmico"...Mts discussões interessantes rolam por lá..Em um dos tópicos,a discussão com o tema TURISMO: CIENCIA OU TECNICA??? o assunto eh pertinente,mas na minha opnião,turismo não é uma ciência justamento pq não nasceu de uma teoria,mas sim de uma realidade.
Link:http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=82737&tid=2548939685062372921

quinta-feira, 27 de setembro de 2007


Cinco localidades do estado terão recursos do Mtur

Cinco regiões da Bahia estão entre as localidades brasileiras consideradas prioritárias para a aplicação de recursos financeiros e técnicos do Ministério do Turismo (MTur). Lençóis, Maraú, Mata de São João (litoral norte), Porto Seguro (Arraial d´Ajuda, Trancoso e Caraíva) e Salvador aparecem na lista dos 65 destinos brasileiros considerados capazes de induzir o desenvolvimento regional nesse setor. Para o gerente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), regional Bahia, Luiz Blanc, a iniciativa deve contribuir para elevar a infra-estrutura turística dessas cidades. “Com certeza, o fato de terem conseguido passar na seleção do ministério será um facilitador, principalmente com relação à distribuição das verbas”, comenta.
Segundo o dirigente, a medida surge em boa hora, já que algumas dessas áreas têm convivido com a ausência de investimentos nesse campo. “Sabemos que Salvador não está bem nesse quesito. Locais como a Lagoa do Abaeté estão um pouco abandonados. No Pelourinho, por exemplo, falta segurança e limpeza, inclusive, alguns restaurantes têm ido embora devido a falta de público”, ressalta.
Selecionadas através do Programa de Regionalização do Turismo, que identificou um total de 3.189 municípios com potencial nesse segmento, os contemplados terão a missão de impulsionar o crescimento do setor e da economia regional. Cada estado teve pelo menos um destino escolhido, sendo que o objetivo do plano é transformar esses áreas, até 2010, em pólos de referência para o turista, com padrão internacional.
Dentre as ações já adotadas, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, assinou um convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a realização de estudos com o propósito de mensurar o nível de competitividade dessas regiões. A intenção é analisar diversos aspectos em torno da atividade turística nesses pontos, desde o acesso a esses locais, a preservação do meio ambiente, até sua capacidade empresarial. A médio prazo, o governo federal irá então, a partir desse levantamento, apurar se a área eleita desenvolveu ou não seu potencial em cada um dos quesitos avaliados.
Para passar no processo de seleção, os municípios tiveram que atender a determinados critérios técnicos, como possuir infra-estrutura básica e turística, além de ter atrativos qualificados e ser um núcleo receptor e distribuidor de fluxos nesse campo. Conforme dados do ministério, o Programa de Regionalização já investiu, de 2004 a 2007, cerca de R$56 milhões na gestão dessas localidades. Entre as propostas em pauta, está a desconcentração da oferta do turismo no Brasil, localizada predominantemente no litoral, através da interiorização da atividade e a inclusão de novos destinos nos roteiros já comercializados. (AA)
Fonte: Correio da Bahia/economia

Cinco localidades do estado terão recursos do Mtur

Cinco regiões da Bahia estão entre as localidades brasileiras consideradas prioritárias para a aplicação de recursos financeiros e técnicos do Ministério do Turismo (MTur). Lençóis, Maraú, Mata de São João (litoral norte), Porto Seguro (Arraial d´Ajuda, Trancoso e Caraíva) e Salvador aparecem na lista dos 65 destinos brasileiros considerados capazes de induzir o desenvolvimento regional nesse setor. Para o gerente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), regional Bahia, Luiz Blanc, a iniciativa deve contribuir para elevar a infra-estrutura turística dessas cidades. “Com certeza, o fato de terem conseguido passar na seleção do ministério será um facilitador, principalmente com relação à distribuição das verbas”, comenta.
Segundo o dirigente, a medida surge em boa hora, já que algumas dessas áreas têm convivido com a ausência de investimentos nesse campo. “Sabemos que Salvador não está bem nesse quesito. Locais como a Lagoa do Abaeté estão um pouco abandonados. No Pelourinho, por exemplo, falta segurança e limpeza, inclusive, alguns restaurantes têm ido embora devido a falta de público”, ressalta.
Selecionadas através do Programa de Regionalização do Turismo, que identificou um total de 3.189 municípios com potencial nesse segmento, os contemplados terão a missão de impulsionar o crescimento do setor e da economia regional. Cada estado teve pelo menos um destino escolhido, sendo que o objetivo do plano é transformar esses áreas, até 2010, em pólos de referência para o turista, com padrão internacional.
Dentre as ações já adotadas, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, assinou um convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a realização de estudos com o propósito de mensurar o nível de competitividade dessas regiões. A intenção é analisar diversos aspectos em torno da atividade turística nesses pontos, desde o acesso a esses locais, a preservação do meio ambiente, até sua capacidade empresarial. A médio prazo, o governo federal irá então, a partir desse levantamento, apurar se a área eleita desenvolveu ou não seu potencial em cada um dos quesitos avaliados.
Para passar no processo de seleção, os municípios tiveram que atender a determinados critérios técnicos, como possuir infra-estrutura básica e turística, além de ter atrativos qualificados e ser um núcleo receptor e distribuidor de fluxos nesse campo. Conforme dados do ministério, o Programa de Regionalização já investiu, de 2004 a 2007, cerca de R$56 milhões na gestão dessas localidades. Entre as propostas em pauta, está a desconcentração da oferta do turismo no Brasil, localizada predominantemente no litoral, através da interiorização da atividade e a inclusão de novos destinos nos roteiros já comercializados. (AA)